quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

estudos biblícos o fim do mundo ou renovação da terra












Pastor Agnaldo de Freitas
Estudos bíblicos O fim do mundo ou a renovação da terra

Texto para a leitura evangelho de são Mateus cp. 24 v 1ao14. Usando a bíblia de estudo shedd versão atualizada.

Introdução: vamos estudar um assunto que já mais foi tão assustador como este o fim do mundo, bem o que a bíblia diz sobre isto vejamos alguns textos bíblicos sobre o assunto

Primeiro: a palavra mundo no original, isto é, no grego é cósmos que compreende todo o universo total e absoluto, e todo o universo corresponde à universalidade, e não somente a terra vivente o planeta terra.

Biblicamente falando temos algumas divisões entre a terra e o céu o universo cosmos, até o céu de Deus propriamente dito. No antigo testamento temos o relato de gênesis cp 1v1. Também temos o profeta Neemias dizendo que o senhor criou o céu dos céus cp. 9 v 6 logo entende se que , a mais de um céu. Vejamos então o primeiro céu o céu de Deus, é o lugar a onde o senhor abita e onde está o seu trono, e todos os seus anjos o adoram Apocalipse cp. 19 v 4 também cp. 4 v 1ao7. O profeta micaias também viu o senhor e seu trono 1 livro de reis cp. 22 v 19.

O anjo lúcifer também quis este lugar para si livro de Isaías cp. 14 v 13e14.

A bíblia diz que a terra e o primeiro céu passaram, ou seja, eles não estão no julgamento Apocalipse cp19 e v 11 depois apocalipse cp. 20 v11.

Segundo: vejamos agora algumas passagens bíblicas que mostra o segundo céu ou o céu cosmos o lugar dos planetas celestiais e estrelaticos. Livro de Jó cp. 38 v 6 e 7 e 31 e 32 também gênesis cp. 1 v 14 ao18. Agora sobre o julgamento do senhor sobre a terra vemos as pedras de saraiva que corresponde cerca de um talento mais ou menos de 40 a 60 quilos Jó cp. 38 v 22 e 23 foi usada na destruição de Sodoma e gomorra ver Genesis cp.19 v 24 o que são saraivas pedras ou fragmentos de meteoritos cósmicos cheias de fogo, são pedras incandescentes, que serão jogados sobre a terra no final da grande tribulação apocalipse cp.16 v 21.

Terceiro: vejamos agora o terceiro céu que chamamos de atmosfera terrena, a nossa camada de ozônio é o nosso ar que respiramos a onde temos as nuvens o oxigênio gás carbônico os relâmpagos trovões etc. é também habitação e potestade de satanás livro de efésios cp. 2 v 2 também jó cp. 2 v 2 portanto é a terra o planeta criado para os seres vivos. Veja que este é o lugar em que abita todos os seres vivos criados por Deus, mas convêm que saibamos destas verdades que o livro de gênesis é o livro que relata a criação de Deus e também a renovação da terra, observem bem gênesis cp1 v 1 entre a terra criada, e caótica e vazia, isto é, sem forma e vazia quanto tempo desta forma não sabemos poderá ter ocorrido o tempo dos dinossauros nesta época ? Não sabemos só sabemos que não tem relato bíblico para estes gigantescos animais. Então vejamos agora que a terra é o lugar de toda criatura de Deus, todo ser vivo foi posto aqui, foi aqui que o senhor fez o glorioso jardim do édem mineral, e colocou sua criatura física digo física porque os anjos de Deus criado foram criados seres celestiais e espirituais podendo se materializar, isto é, transcender eles tanto podem se materializar para o lado físico para se comunicar com os homens livro de juízes cp. 6 v 11 e 12 como também o espiritual 2 livro de reis cp. 6 v 17. Vejamos com muito cuidado sobre o primeiro estado desta terra antes de ser caótica e vazia isto é ficar em escuridão e caus., pois foi neste período que o senhor criou o édem mineral em seu primeiro estado.

Vamos ler atentamente a passagem bíblica e fazermos algumas comparações livro de Ezequiel cp. 28 v 11ao 17.

O texto em foco é uma mensagem de juízo ao rei de tiro que foi uma grande potencia mercantilista no passado por sua rota comercial que é o, pais do oriente médio o Líbano.

Em meio esta mensagem de juízo o senhor revela o episodio do assunto sobre o anjo lúcifer e o jardim do édem mineral, a onde este querubim foi colocado para guardar. 1°- o anjo é o aferidor da medida que no original é selo autenticidade Ezequiel cp. 28 v 12.

2°- o anjo esta em um paraíso mineral precioso que foi criado como lugar especial e ali pode louvar o criador com sua adoração por isto as obras de musicas Ezequiel cp. 28 v 13.

4°- um anjo que foi ungido para proteger, ou seja, um guardião de primeiro escalão como o arcanjo Miguel o poderoso general de Deus Ezequiel cp. 28 v 14.

5°- um ser criado em perfeição e sem pecado e sem iniqüidade Ezequiel cp. 28 v 15.

Vejamos algumas considerações antes de narrarmos sua queda, Por ser uma obra prima das criações de Deus tem o selo de ser único, e autenticidade no singular que é a mais perfeita das criações, que não foi criado em pecado e nem para pecar mesmo tendo o livre arbítrio, e com esta liberdade de escolha. Mesmo sendo o aferidor da medida e perfeição não quer dizer que ele esta acima dos outros anjos criados, e também não foi uma espécie de cobaia para os outros anjos como muitos pensão. Pois todos os anjos foram criados em igualdade espiritual, ainda que tenham graus diferenciados, na escala de servir que podem ser guardiões ou mensageiros das mensagens celestiais, ou só adorar e louvar.

Este querubim foi colocado aqui no jardim do édem mineral para guardar este lugar que não é o céu de Deus como muito pensão ser, e também o senhor queria ver sua liberdade de escolha caso sua escolha fosse outra.

1- Porque vejamos, foi colocado como guarda deste lugar, eis a minha pergunta você colocaria um guarda para guardar sua casa se não houvesse ladrão?

2- Como uma criatura perfeita e sem pecado pecaria, sem ser influenciado a pecar, a não ser que houvesse uma força espiritual que mostrasse a ele que ele poderia ser igual a Deus, e não necessitaria mais de servilo será que poderia existir uma força espiritual ali?

Observem bem atentamente que a iniqüidade aparece, veja o sinônimo achou veio aparecer, depois foi encontrado porque só depois que este guarda foi posto sozinho na terra mineral é que aparece a iniqüidade veja o espaço de tempo entre a sua criação e estar no paraíso terrestre mineral Ezequiel cp.28 v 15.

Vejamos agora a sua queda.

1°- com o aparecimento da iniqüidade e pecado no interior do anjo sua personalidade muda ele passa a ser um ser violento e perigoso Ezequiel cp.28 v 15 e que não pode mais viver ali naquele lugar, pois futuramente vai ser o jardim do édem vegetal e habitação humana de adão e Eva ver livro de Genesis cp. 2 v 8.

2°- com sua iniqüidade agora ele começa a pecar os pecados espirituais variados como o orgulho espiritual e jactância e tem os olhos abertos e se acha o ser mais importante e soberano que existe Ezequiel cp.28 v 15.

3°- o querubim já se achando onipotente quer subir a habitação celestial de Deus e não mais viver na terra, pois esta não tinha ninguém, a não ser ele mesmo e aspira o trono no céu ver Isaías cp. 14 v 13 e 14.

4°- o querubim voa para as mansões celestiais e habitação de Deus e antes de consumar seu plano Maliguino, ele se encontra com os principado e potestade do bem os guardiões celestiais que ele acaba influenciando, uma terça parte deles, para rebelar-se mostrando que eles têm os seus livres arbítrios para fazer o que quiserem e não necessita servir o seu criador, entretanto as outras partes se mantiveram fiéis a Deus apocalipse cp.12 v 4.

5°- o querubim já nas regiões celestiais e com sua terça parte de anjos rebelados recebem a punição de Deus que os lança por terra e são aprisionados no poço do abismo lugar de escuridão e trevas Isaias cp. 14 v 15.

6°- uma parte destes anjos se tornou tão furiosos que não poderão ficar solto tiveram que ser aprisionado no poço do abismo junto com seu chefe lúcifer o arcanjo das trevas, pois se ficassem soltos destruiria a humanidade que o senhor criara depois 2 carta de Pedro cp. 2 v 4 ver livro de Judas v 6 apocalipse cp. 9 v 2 a 11.

7°- nem todos os anjos ficaram presos no poço do abismo, mais ficaram soltos e juntamente com satanás, se transformaram nas potestades do ar e entidades espirituais da maldade em lugares celestiais, livro de efésios cp. 2 v 2 ver efésios cp. 6 v 12.

Aqui fica a nossa pergunta se o anjo lúcifer esta preso, pois se transformou em um arcanjo das trevas e chefe destes anjos que também estão presos juntos e que serão solto só no período da grande tribulação apocalipse cp. 9 v 11 então quem é o satanás que está solto? Bem depois que o senhor prendeu lúcifer e os guardiões perversos os anjos demônios furiosos ele desliga as alavancas do tempo e a terra se torna caótica e vazia quanta tempo durou não sabemos poderá ter ocorrido milhões de anos.

Bem agora quando o senhor começa a renovar a terra, o Espírito de Deus torna a terra vegetal e habitável Genesis cp. 1 v 2 ao 31 e a terra tornou se habitável e o povo se multiplicou, e ela estará, até que este dia aqui que Jesus disse que chegaria o seu fim, pois ela a terra aguarda este dia gemendo, livro de romanos cp. 8 v 19 a 22. Aqui o homem criou o que existe alem da natureza até os dias de hoje, inclusive as bombas atômicas e todo o arsenal nuclear, portanto é esta terra que sofrera o seu fim e renovação depois do ultimo julgamento final vejamos o que a bíblia diz Isaías cp. 65 v 17 Isaías cp. 66 v 22 2 carta de Pedro cp. 3 v 7 e v 13 também apocalipse cp. 21 v 1 e v5.

Que este Estudo Le acrescente a sua fé em Jesus cristo o salvador.

sábado, 15 de agosto de 2009

estudos biblícos cronologias biblícas

























Pastor Agnaldo de Freitas

Noções De Cronologia Bíblica

A cronologia Bíblica é quase toda incerta, aliás, toda a cronologia antiga. As datas eram contadas tomando-se por base eventos importantes da época, e isso dentro de cada povo. Não havia, é óbvio, uma base geral para cômputo do tempo.

Quanto à Bíblia, seus escritores não tinham preocupação com datas. Apenas registravam os fatos. As datas, quando mencionadas, tinham por base eventos particulares, como construção de cidades, coroação de reis, etc.

As descobertas arqueológicas e o estudo mourejante de dedicados eruditos no assunto, vêm melhorando e precisando a cronologia em geral, inclusive a bíblica.

As datas que aparecem às margens de certas edições da Bíblia não pertencem ao texto original. Foram calculadas em 1650 pelo arcebispo anglicano Ussher (1580-1656.) É conhecida por Cronologia Aceita. A cronologia de Ussher vem enfrentando severa crítica. Há divergências quanto a muitas de suas datas, isso em face do progresso do estudo de assuntos orientais, através de contínuas pesquisas e descobertas arqueológicas. Quanto à Bíblia não se ocupar de um exato sistema de cronologia, lembremo-nos que ela é acima de tudo a revelação de Deus à humanidade, expondo o completo plano da redenção.

A. A utilidade da cronologia bíblica. Ela fornece pontos de referência na progressão da mensagem e fatos da Bíblia, situando-os no tempo.

B. Dificuldades no estudo da cronologia bíblica. Uma das dificuldades no estudo da cronologia bíblica está no próprio texto bíblico. Há, especialmente na época dos Juizes, do reino dividido, e dos profetas, muitos períodos coincidentes em parte, reinados associados, intervalos de anarquia, arredondamento de números, etc. Para a busca da solução dessas dificuldades é mister um profundo exame dos textos envolvidos.

C. A era antes de Cristo (a Era AC.). A contagem do tempo que vai de Adão a Cristo é feita no sentido regressivo, isto é, o cômputo parte de Cristo para Adão, e não ao contrário. Noutras palavras, partindo de Adão para Cristo, os anos diminuem até chegarmos a 1 A.C. Portanto, de Cristo para Adão (o normal), os anos aumentam até chegarmos ao ano 4004 AC, tido como o da Criação adâmíca. É que Jesus é o centro de tudo. E também o marco divisório e central do tempo. Ver Hb 11.3, no gr.

D. O erro existente em nosso calendário atual. O uso do calendário é tão antigo quanto a própria humanidade. Os primeiros povos a usar calendário foram os antigos egípcios. Há calendários diversos, O leitor moderno que só tenha noções do nosso calendário precisa aperceber-se disso ao estudar assuntos antigos. Nestas nossas concisas e incompletas notas, reportamo-nos unicamente ao calendário cristão, do qual, o calendário atual é uma continuação.

Em 526 AD, o imperador romano do Oriente, Justiniano i, decidiu organizar um calendário original, entregando essa tarefa ao abade Dionísio Exiguus, o qual em seus cálculos cometeu um erro, fixando o ano 1 AD (o do nascimento de Cristo) com um atraso de 5 anos. Em seus cálculos ele tomou o calendário romano (o chamado "AUC") e fixou o ano 1 AD (o início da Era Cristã), como sendo 753 AUC, quando na realidade era o 749. Daí dizer-se que Jesus nasceu 5 anos antes da Era Cristã. O que é um absurdo se não for dada uma explicação. Nossos livros e tratados apenas declaram o fato do engano do abade, mas não o explicam. Portanto, as datas atuais estão atrasadas 5 anos. Estritamente falando, são quase cinco anos. Trata-se de arredondamento.

Nota 1. O calendário atual chama-se Gregoriano, porque em 1582 o papa Gregório XIII alterou o calendário de Dionísio, subtraindo-lhe dez dias, a fim de corrigir a diferença advinda do acúmulo de minutos a partir de 46 AC, quando Júlio César reformou o calendário então existente.

Nota 2. A palavra calendário vem do latim "calenda" = 1º dia de cada mês entre os romanos.
E. As divisões do tempo.

1. O dia. Entre os judeus e romanos era dividido em 12 horas, isto é, o período em que há luz. Entre os judeus, o dia ia de um por de sol a outro. Entre os romanos, ia de uma meia-noite a outra. As horas do dia e da noite eram contadas separadamente, isto é, doze e doze; isto entre judeus e romanos. Ver Jo 11.9 e At 23.23. Entre os judeus a Hora Primeira do dia era às seis da manhã. O mesmo ocorria em relação à noite.

2. A semana. Entre os hebreus, os dias da semana não tinham nomes e sim números, com exceção do 6º e 7º dias, que também tinha nomes, Lc 23.54.

3. Os meses. Eram lunares. A lua nova marcava o início de cada mês, sendo esse dia festivo e santificado, Nm 28.11-15; I Sm 20.5; I Cr 23.31; II Rs 4.23; S181.3; Is 1.13; Cl 2.16. Tinham 29 e 30 dias alternadamente. Antes do exílio babilônico eram designados por números. Depois disso, passaram a ter nomes e números.

4. Os anos. Tinham 12 meses de 29 e 30 dias alternadamente, perfazendo 354 dias. Os judeus observavam dois diferentes anos: o sagrado, começando em Abibe (mais ou menos o nosso abril), e o civil, começando em Tisri (mais ou menos o nosso outubro.)

5. Os séculos. Sua computação.
Século I. Compreende os anos 1 a 100 AD.

Século II. Compreende os anos 101 a 200 AD.
Século III. Anos 201 a 300, e assim por diante.

F. Cronologia resumida dos principais fatos e eventos bíblicos.
Fato
Duração
Período
O mundo antediluviano
1600 anos
4004-2400 AC
Do Dilúvio a Abraão
400 anos
2400-2000 AC
Os patriarcas Abraão, Isaque, Jacó
200 anos
2000-1800 AC
Israel no Egito
400 anos
1800-1400 AC
Período dos Juízes
300 anos
1400-1100 AC
A monarquia Israelita (Saul, Davi, Salomão)
120 anos
1053-933 AC
O Reino dividido
350 anos
933-586 AC
Queda do Reino do Norte (Samaria)
--721 AC
O exílio babilônico (Judá)
70 anos
606-536 AC
Restauração da Nação Israelita
100 anos
536-432 AC
Ministérios dos profetas literários
400 anos
800-400 AC
Nascimento de Jesus
-+- 5 AC
Ministério de João Batista
-29 AD
Ministério de Jesus
3 anos
30-33 AD
Conversão de Paulo
-35 AD
Fundação das igrejas da Ásia Menor e Europa, por Paulo
15 anos
50-65 AD
Início da revolta dos judeus contra os romanos
-
66 AD
Destruição do Templo de Jerusalém
-
70 AD
Escrito o Apocalipse (o último Livro da Bíblia, por João, o Apóstolo) -
96 AD
Morte de João, o Apóstolo
-100 AD
Nota 1. Profeta Literário é o que deixou escritos seus.

Nota 2. O Templo ao ser destruído no ano 70 AD, tinha apenas seis anos de terminada sua construção (64 AD.)
G. Cronologia dos impérios mundiais. Isto é, a fase em que exerceram supremacia sobre o mundo conhecido.
Egito
1600-1200 AC
Assíria
900-607 AC
Babilônia (o neo-império)
606-536 AC
Pérsia
536-331 AC
Grécia
331-146 AC
Roma
146 AC - 476 AD


Autor: Antonio Gilberto
Fonte: Manual da Escola Dominical / CPAD

CRONOLOGIA BÍBLICA E FATOS IMPORTANTES DA HISTÓRIA
Os Acontecimentos registrados na Bíblia estão marcados em negrito.
-- Pré-História ou Idade da Pedra
Geneticamente o berço da civilização é a África, e biblicamente é a Mesopotâmia (entre o Tigre e o Eufrates).
PERÍODOS DA PRÉ-HISTÓRIA FATOS IMPORTANTES
“BigBang” até 10000aC - Paleolítico (Idade da Pedra
Lascada) - Pesca, caça e recolecção de vegetais.
[28 a 11mil aC - “Homem das cavernas” / Povos nômades
Criação (Dinossauros também) – Gn 1
Adão e Eva – Gn 2 e 3 (Antigo Testamento)
Caim e Abel – Gn 4
10000 a 8000aC - Mesolítico
Descoberta do fogo
Enoque – Gn 5
[9000aC - Sinais de civilização (vida social) no Japão?]
8000 a 3500aC - Neolítico (Idade da Pedra Polida)
Sedentarização do homem (habitação fixa), domesticação
de gado, invenção da agricultura, da roda (6000aC), do
arado, barco à vela, processos de fundição de ferramentas,
jóias e o calendário solar.
Fundação de Jericó.
Noé e o Dilúvio (8000 aC – enchente no Mediterrâneo)
Gn 6 a 10
5500aC - Egito já habitado (Tebas e Memphis)
5000aC - Mesopotâmia já habitada
4000aC - Mesopotâmia forma as Cidades-Estado (Ur)
4000aC? - Torre de babel na Babilônia – Gn 10 e 11
-- História (escrita e urbanização)
PERÍODOS DA HISTÓRIA FATOS IMPORTANTES
3500aC - Início da Idade do Bronze / (Idade do Cobre ou Calcolítico até 1400aC)
- Revolução Urbana Egípcia / Sumérios dominam a Mesopotâmia.
3400aC - Escrita Cuneiforme na Mesopotâmia
3200aC - Escrita Hieroglífica, a escrita sagrada egípcia.
3100aC - População indígena dos Vedas (ilha ao sul da Índia) registra a doutrina Vedanta,
que marca a passagem do animismo e naturalismo primitivo para o “Brahmanismo”, que
vai formar o “Hinduísmo Clássico”. (Os Vedas são considerados as mais antigas escrituras
religiosas do mundo). 3000aC – Civilizações Fenícia e Cretense.
2850aC - Império Egípcio Antigo [3000aC - Pirâmides Chinesas?]
2700aC - Primeiras Pirâmides Egípcias
2500 - Primeiras cidades chinesas.
- Dravidianos habitam o vale do rio Indo e Ganges (Índia).
2320 - Império Acádio unificada cidades-estado na Suméria, Mesopotâmia.
2100 - Primeira Dinastia Chinesa
- Egito: Império Médio (2100-1730)
2000aC - Surge a Civilização Grega.
1900aC - Babilônios dominam a Mesopotâmia (1ª Dinastia). Nasce Abraão (Gn11).
1850aC - Abraão – Gn 12ss - Patriarcas – Início do Judaísmo
1814aC - Nasce Ismael, Pai dos Árabes (Gn 16). Anos depois nasce Isaque.
1790aC - Código de Hamurabi na Babilônia, Mesopotâmia (1792-1750)
1750aC - Arianos atacam os dravidianos e nasce a Civilização hindu/indiana.
1650aC - Jacó(Israel) e filhos(Gn35.22ss) vão ao Egito. José é Governador. Gn 46ss.
1640aC - Civilização Hitita (1450-1090) na Capadócia (atual Turquia).
1580aC - Início da Escravidão no Egito (Ex 1.8ss).
1550 - Uso de metal e cobre no Peru
- Egito: Novo Império (1550-1070). Conquistas Territoriais.
1500aC - Surge o Hinduísmo Clássico na Índia
1280aC - Moisés no Egito - Hebreus constroem Pi-Ramsés (Êx 1.11).
- Pragas, Mar Vermelho e Êxodo de Israel (Ex 3-15). Deserto (Ex 16ss).
1230aC - Invasão de Canaã com Josué (1230-1220). Rio Jordão. Tomada de Jericó.
1200aC - Surgimento da Civilização Olmeca no México. [Lendária Guerra de Tróia?]
- Período dos "Juízes" (1200-1030aC). Débora(Jz4), Gideão(6), Sansão(13).
- Império Assírio (1200-612aC) – Capital: Nínive. Rute.
1040aC - Samuel, profeta e juiz. (1Sm 1ss)
1030aC - Saul, rei (1030-1010): batalha de Guilboa e morte de Saul. (1Sm 9-31)
1010aC - Davi, rei de Judá (2Sm2.1ss), posteriormente de Israel (2Sm5.1ss 1Cr 10ss)
984aC - Rezon, rei de Damasco (1Rs 11,23). Faraó Psusenes (984-950).
970 - Salomão, rei (1Rs1ss 2Cr 1-9); No 4o ano, construção do Templo (1Rs 6.1).
931aC - Jeroboão I (931-910) funda o Reino do Norte e Roboão (931-913), governa o
Reino do Sul. (1 Reis 12). Vários reis sobre Israel e Judá (1 e 2 Reis 2Cr 10ss).
900aC – Fundação de Esparta (oligárquica/agrícola) e Atenas (democrática/comercial).
Tradição Oral
Jó – Árabe (Jó 42.5)
Abraão – Pai da Fé
Isaque– Pai dos Hebreus
Jacó – Pai dos Israelitas
ESCRAVIDÃO no Egito
400 anos (De 1.580 à 1.280
a.C.)
PEREGRINAÇÃO no
Deserto 40 anos (De 1.280 à
1.240 a.C.)
Arca da Aliança (Ex 25)
TEOCRACIA de Israel 210
anos (De 1.240 à 1.030 a.C.)
– Juízes
MONARQUIA de Israel A
partir de 1.030a.C.
REINO UNIDO – Saul,
Davi e Salomão (De 1.030 à
931 a.C.)
REINO DIVIDIDO:
Israel– Norte – 10 tribos
(De 931 à 722 a.C.)
Judá – Sul – 2 tribos
(De 931 à 587 a.C.)
Elaborado por Cleber Cabral Siedschlag.
900aC - Início da Idade do Ferro
886aC - Onri (886-875) constrói Samaria, capital do Reino do Norte. (1Rs 16.23-28)
855aC - Acabe (874-853), rei de Israel, casa-se com a fenícia Jezabel (1Rs16.29-22.40).
- Josafá (870-846), rei de Judá faz aliança com Acabe. (1Rs 22.41-50 1Cr17ss)
- Profeta Elias (860aC) e Elizeu (800aC). (Ver 2 Rs 6.17)
776aC - Primeiros Jogos Olímpicos em Olímpia (até 393 d.C., quando foram proibidos
pelo imperador cristão Teodósio I, por suas práticas pagãs). Foram realizados novamente
15 séculos depois pelo educador francês Pierre de Fredi, o barão de Coubertin (1863-
1937), tendo Atenas abrigado a primeira versão moderna dos jogos (1896). (Ver 1Co 9.25)
753aC - Fundação de Roma por Rômulo e Remo. Início da Monarquia Romana.
750aC - Profetas Amós, Joel e Jonas. 740aC - Profetas Isaías, Miquéias e Oséias.
722aC - Tomada de Samaria e deportação dos habitantes. Fim do Reino do Norte.
720aC - Primeiros escritos do Xintoísmo no Japão.
716aC - Ezequias (716-687) tenta tornar Judá independente da Assíria (Senaqueribe)
701aC - Senaqueribe contra Jerusalém. Impostos (2Rs 18.14). Livramento (2Rs 19.35)
687aC - Manassés de Judá (687-642) submisso à Assíria (2 Rs 21; 2 Cr 33).
640aC - Josias (640-609): rejeição da supremacia assíria; reforma religiosa (2 Rs 22 e
2Cr 34); Morre em conflito com faraó Nekô. Profetas Sofonias(630) e Jeremias(626).
612aC - Império Babilônico (Caldeus) - 612-539aC
609aC - Jeoaquim (609-598) submisso ao Egito (2Rs23.34ss); Profeta Naum.
605aC - Nabucodonosor (604-562) vence egípcios, e controla Assíria e Judá (2Rs24.7)
- 1ªdeportação, inclusive do profeta Daniel (Daniel 1).
602aC - Revolta em Judá (1Rs 24.1). Profetas Jeremias e Habacuque.
Guerra contra os Sírios
1 Rs 20 e 22 – 870aC
Mais Guerras com Síria
2Reis 13.22-24 – 800aC
CATIVEIRO de Israel
na Assíria em 722 a.C.
Nunca retornaram.
(2 Reis 17.1ss)
Profetisa Hulda (2 Rs
22.14ss)
600aC - Idade Antiga
- O profeta persa Zoroastro funda o Zoroastrismo (religião oficial dos persas)
598aC - Assédio de Jerusalém por Nabucodonosor (2 Rs 24.8ss); 2ªdeportação
(inclusive do profeta Ezequiel); Exílio do rei Joaquim (2 Reis 24.15).
588aC - Prisão de Jeremias (Jer36; Lamentações)
587aC - Tomada de Jerusalém (2 Rs 25); Destruição do Templo (v.9); 3ª deportação.
- Sadraque, Mesaque e Adede-Nego na Babilônia (Dn 3). (Ver Salmo 137)
540aC - Mahavira (540-468 aC), último profeta jaina, que deu origem ao Jainismo.
539aC - Ciro, rei da Pérsia (551-529) toma Babilônia. Início do Império Medo-Persa.
538aC - Edito de Ciro permitindo aos judeus de Babilônia retornar a Jerusalém.
536aC - Retorno do 1o grupo. Líder: Zorobabel (Esdras 2ss). (Ver Salmo 126)
521aC - Dario reina na Pérsia. Era tolerante às demais religiões. (Dn 5.30,31)
520-515: Reconstrução do Templo de Jerusalém (Ed 3ss; Ag 1.14). Zorobabel,
governador. Os profetas Ageu, Zacarias (Ed 6.14), Obadias e Malaquias.
509aC - Império Medo-Persa atinge a Índia. / Início da Republica Romana (Senado).
- Pregação de Sidarta Gautama (1o Buda) no norte da Índia. Budismo.
499aC - Inicio da filosofia grega
490aC - Pensamento de Confúcio começa a se propagar na China. Confucionismo.
474aC - Rainha Ester na Pérsia com Rei Assuero/Xerxes (Esdras 4.1-7)
458aC - Retorno do 2o grupo. Líder: Esdras (Ed 7.1ss). Rei Artaxerxes na Pérsia.
445aC - 1ª estada de Neemias em Jerusalém: Restauração das muralhas da cidade.
443aC - Invenção do calendário solar na China 431aC - Guerra de Atenas e Esparta
432aC - 2ª estada de Neemias: reformas diversas.
336aC - Alexandre, o Grande (Império Grego-Macedônico) domina o Império Persa.
332aC - A Palestina é conquistada pelos exércitos de Alexandre. (Dn 11.2,3)
323aC - Morte de Alexandre na Babilônia; Divisão do Império entre 4 generais,
incluindo Ptolomeu (Lágidas) no Egito e Seleuco na Síria e Babilônia. (Dn 8.21,22)
320aC - O Domínio dos Ptolomeus (Lágidas).
280aC - Surgimento da cultura maia na Guatemala.
250aC - Em Alexandria, tradução do AT para o grego (a Septuaginta).
210aC - Começa a construção da Grande Muralha da China
200aC - O Domínio dos Selêucidas (descendentes de Seleuco).
166aC - A Independência Palestina - Revolta dos Macabeus – Judas Macabeus
63aC - Pompeu, general romano domina a Síria e a Palestina. / 60aC – 1o triunvirato.
46aC - Julio César torna-se Ditador. / 43aC – 2o triunvirato: Lépido, Marco At. e Otaviano.
31aC - Marco Antônio e Cleópatra se suicidam, após vitória de César.
27aC – Otaviano César Augusto (=venerável) inicia o Império Romano. (Dn 8.23-25)
19aC - Romanos conquistam a Península Ibérica e criam três províncias, entre elas a
Lusitânia, atual Portugal. 20aC – Herodes Magno reforma o Templo (ver Jo 2.20).
Desaparecimento da
Arca da Aliança (Última
referência: 2Cr35.3)
CATIVEIRO de Judá
na Babilônia (De 587 à
538 aC) - 2 Reis 25.1
70 anos de 605 a 536aC
(Jer 25.11,12 e 29.10)
MEDO-PERSA 207
anos (De 539 à 331 a.C.)
(Dn 8.20)
Decreto de Ciro - 538aC
(2Cr 36.22-23 Ed 1.1)
(Ver Isaías 44.26-45.13)
400 anos de silêncio
GREGOS 166 anos (De
332 à 166 a.C.)
PTOLOMEUS (De 320 à
200 a.C.)
SELÊUCIDAS (De 200 à
166 a.C.)
MACABEUS – Revolta e
Independência - 166aC
ROMANOS tomam a
Palestina em 63aC
6aC - Nasce Jesus de Nazaré (Mt 1ss e Lc 1ss). Início do Cristianismo.
4aC - Morte de Herodes Magno, rei da Judéia (Mateus 2)
5dC - Nascimento de Paulo, em Tarso.
14dC - Tibério, filho adotivo de César, assume o Império Romano após sua morte(Lc 3.1).
26-36dC - Pôncio Pilatos, procurador da Judéia, Samaria e Iduméia.
28dC - Pregação de João Batista(Lc 3.2) e início do ministério de Jesus (Lc 3.21).
29dC - Prisão de João Batista (Mc 6.17-29) por Herodes Antipas.
30dC - Crucificação de Jesus, sexta, 07/04 = 15 de Nisan (Mt 26.17; Jo 19.31ss).
- Pentecostes: a comunidade primitiva (At 2.42). Inauguração da Igreja.
36dC - Martírio de Estêvão (At 6.8ss) e dispersão de uma parte da comunidade (At 8).
37dC - Calígula torna-se Imperador. Herodes Agripa I reina em toda Palestina.
39dC - Paulo foge de Damasco (2Cor 11.32ss.) e faz uma primeira visita aos
responsáveis pela Igreja (Gl 1.18ss).
43dC - Paulo e Barnabé em Antioquia – centro dos cristãos helenistas (At 11.19ss).
44dC - Agripa I manda decapitar Tiago, irmão de João (At 12). Morre (At 12.21ss).
48dC - Fome na Judéia (At 11.27ss). Primeira Viagem Missionária de Paulo.
49dC - Imperador Cláudio "expulsa de Roma os judeus que se agitam com a
instigação de Crestos" (Suetonio). At 18.2.
50-60: Antônio Félix, procurador.
50a52 - Segunda Missão de Paulo. Do inverno de 50 ao verão de 52, em Corinto. Em
51, Epístolas aos Tessalonicenses. Na primavera de 52, comparecimento diante de
Gálio (At 18.12). Verão de 52, Paulo vai a Jerusalém (At 18.22), depois a Antioquia.
53-58 - Terceira Missão de Paulo. Apolo em Éfeso, depois Corinto (At 18.24ss).
54dC - Império Romano sob Nero
54a57 - Vindo pela Galácia e Frígia, Paulo fica 2anos e 3meses em Éfeso (At 19.10).
56 - Epístolas aos Coríntios e aos Gálatas.
56a67 - Epístola aos Filipenses.
57a58 - Paulo em Corinto (At 20.3; 1Cor 16.6). Epístola aos Romanos.
58 - Em Filipos (At 20.6), depois, tendo ido por mar, em Cesaréia.
58 - Em Jerusalém, Tiago, o irmão do Senhor, está à frente da comunidade cristã.
58 - Prisão de Paulo no Templo (At 21) e audiência com Ananias e o Sinédrio (At
22ss). Levado a Cesaréia (At 23.12ss), vai à presença de Félix (At 24).
58a60 - Paulo preso em Cesaréia.
60a62 - Pórcio Festo, procurador.
60 - Paulo comparece ante Festo (At 25.1ss), diante de quem apela a César. Ele
defende sua causa em presença de Agripa e de sua irmã Berenice(At 25.18ss).
60 - Paulo viaja para Roma, tempestade, inverno em Malta (At 27 e 28)
61a63 - Paulo em Roma sob custódia militar. Colossenses, Efésios, a Filêmon.
62 - O sumo sacerdote Ananias condena Tiago, irmão de Jesus, a ser lapidado. Simeão
substitui Tiago à frente da Igreja de Jerusalém (Eusébio).
64dC - Cristãos são acusados e martirizados pelo incêndio de Roma (Arenas).
64 - Primeira Epístola de Pedro.
65 a 70dC - Evangelho segundo Marcos. / 65 - Martírio de Pedro em Roma
66 - Timóteo é preso em Roma e solto (2o Tm 4.9-21 e Hb 13.23).
67 - Morte de Paulo sob Nero / 68 - Suicídio de Nero.
69a79 - Vespasiano, imperador. Ele ordena a Tito, seu filho, o assédio de Jerusalém.
70dC - Tito investe sobre Jerusalém com quatro legiões. João em Éfeso.
70dC - Início da diáspora judaica após destruição de Jerusalém e do Templo.
79a81 - Tito, imperador.
80 - Evangelho de Mateus, Lucas e Atos dos Apóstolos.
95 - Apocalipse. / 96 - Evangelho de João e suas Epístolas.
200dC - Tchang Tao-ling funda o Taoísmo
395dC - O Império Romano é dividido: Ocidental(Roma) e Oriental/Bizantino(Constant.)
476 d.C - Fim do Império Romano Ocidental. Fim da Idade Antiga.
Novo Testamento
JESUS
* Arquelau (4aC-6dC) -
Judéia,Samaria e Iduméia.
* Herodes Antipas (4aC-
39dC) - Galiléia e Peréia.
* Felipe (4aC-34dC) -
Gaulanítide, Batanéia,
Traconítide, Auranítide e
Ituréia. (ver Mt 2.22)
36dC - Conversão de
Paulo (Atos 9)
45 a 49 - Primeira
missão de Paulo (At 13).
48 - Concílio de
Jerusalém (At 15.5ss).
50a52 - Segunda missão
de Paulo (At 15.40ss).
53-58 - Terceira missão
de Paulo (At 18.23ss)
58 - Paulo preso em
Jerusalém (At 21).
58a60 - Paulo preso em
Cesaréia (At 23).
61a63 - Paulo em prisão
domiciliar – Roma.
(Atos 28)
66 - Paulo preso em
Roma.
67 - Morte de Paulo sob
Nero
85 - João é deportado
para Patmos (Ap 1.9)
96 - João é solto
100 - João é morto.
313dC – Igreja Católica
(Imp. Constantino)
476dC - Início da Idade Média (Séc. V d.C ao Séc. XV d.C.)
622dC - Maomé funda o Islamismo 1300dC - Astecas no México e Incas no Peru.
1054 – Igreja Ortodoxa
(Cisma da Igreja)
1453dC – Idade Moderna / Queda de Constantinopla [Expansão Marítima, Reforma,
Renascimento, Iluminismo, Revolução Industrial e Revolução Francesa]
1517 – Reforma
Protestante (Evangélicos)
1789dC - Idade Contemporânea ou Pós-Modernidade
1857dC - Allan Kardec publica o Evangelho dos Espíritos. Espiritismo Kardecista.
1948dC - Formação do Estado de Israel (Profecia sobre retorno dos judeus: Jer 31.23ss)
1901 – Avivamento
Pentecostal
Profecias sobre o retorno de Israel (10 tribos): Jer 30.10ss; 31.8ss; Ez 36.24,35-38,Ezequiel37.1928 baruk hashem

terça-feira, 21 de julho de 2009

Estudo sobre a doutrina da morte à luz da Bíblía




















Apostilas de Estudos Pastor Agnaldo de Freitas
Neste comentário vamos falar da doutrina da morte a luz da biblía
1º Tópico: A palavra MORTE tem três significados nas escrituras sagradas, como:
1º A morte ESPIRITUAL e MORAL
2º A morte FÍSICA
3º A morte ETERNA

1ª PARTE:
A morte é estudada como um agente separador e como um estado
Um agente separador, porque na morte separa a dicotomia (TG cp 2v 26) (Mt cp10v28) (HB cp 4 v12)
A morte como um estado, falamos estado porque a morte atua como uma maldição, que desfaz ou destrói, ou seja, decompõe o corpo humano e é dada por Deus como salário do pecado e prende o não salvo ou o pecador que não se regenerou ou não aceitou o sacrifício, vicário expiatório de Cristo que é a única forma de salvação
Entre a sua morte e ressurreição, para o dia do juízo final (AP cp 20v5-6) (AP cp 20 v11-15).
No início da criação do homem Deus deu uma eternidade condicional, mediante a árvore da vida, ou seja, uma eternidade mediante um livre arbítrio (GN cp 2v16-17) (GN cp3v 22)
Antes da queda do homem, Deus fez um pacto com o homem de abençoá-lo (GN cp 1v27-31)
Dentro do livre arbítrio do homem dado por Deus, na onisciência de Deus, Deus já sabia da queda do homem e da influência do mal. Isto é de satanás, que significa adversário ou diabo que significa caluniador ou aquele que engana. (AP cp 12v9)
E Deus adverte Adão para que não o desobedecesse ao seu decreto, ou seja, o pacto feito como Adão (GN cp 2v16-17).
Chegamos agora no capítulo 3 de Gênesis, quando acontece a queda do homem, onde o pacto de Deus com o homem é quebrado. Com a queda do homem, a natureza também sobre os efeitos desta queda. (GN cp3v17) (Rm cp8 v20-22)
Os animais também sofrem os efeitos da queda. Antes da queda Adão convivia harmoniosamente com os animais, e não sofria nenhum dano. Pois a ferocidade de alguns animais veio com a queda. (GNcp1v24-25) (GN cp2v19-20). Mas no reino messiânico de Cristo, a ferocidade dos animais será tirada (Is cp11v 6-9).


2ª parte:

Aqui estudaremos agora o início da morte, como resultado de salário ou maldição dada por Deus, pela desobediência do homem. (GN cp 3v17-19) (Rm cp 5v12-21) (Rm cp 6v23 parte a)
Uma vez a morte entrando na raça humana, por meio da queda de Adão. Todo o ser humano está agora sob o efeito da natureza pecaminosa e afastado de Deus (Rm cp 3v23)
O Homem agora influenciado pela maldição do pecado, chamada morte, que significa separação, tem como resultado desta influência ser separado de Deus, o homem não pode agora viver eternamente com esta maldição. (Gn cp3 v 22-24) (I Co 15v50) (Rm cp7v23-24)
Com o início do pecado na raça humana, o juízo de Deus é inevitável sobre a raça humana. E quase o homem deixa de existir, por causa do domínio do pecado e da morte (Gn cp 6 v 3-7)
Escapando, Noé e sua família, porém eles trazem consigo esta maldição sobre si.
Com a chegada da lei o homem tem agora o conhecimento da vontade de Deus, de como viver uma vida justa praticando esta lei (Êxodo cp 20).
Mas a lei dada ao homem não tira esta maldição, ou seja, a morte. (Rm cp 5v13-14) (Hb cp7: 19)
Com a chegada do Novo Testamento, começamos agora ter esperança de ter essa maldição de ser retirada da raça humana, por meio da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Porém, não extinta enquanto o homem não se revestir da imortalidade (Fip cp3 v 30-21) (I Co cp 20-22).
Como o homem está sob os efeitos do pecado, não pode se reconciliar com Deus e nem ser aceito como justo, ou, sem esta maldição, por isso era necessário um ser humano que não tivesse pecado, ou seja, não tivesse esta maldição, para ser sacrificado como uma oferta a Deus.
Para que Deus aceitasse, perdoasse e aniquilasse essa maldição (Hbcp 9v26-28).


3ª parte:
A única forma de o homem ser salvo e aceito por Deus, era um ser humano sem pecado receber toda essa maldição do homem, e levar sobre si esta condenação e maldição. Como Jesus, se torna o alvo do juízo de Deus (Is 53:3-5) (Hb cp9v14-16)
Jesus nascendo como homem não herda a natureza pecaminosa, pois foi gerado pelo Espírito Santo e não traz a maldição, ou seja, a natureza pecaminosa que estava sobre Maria. (Glcp 4v4) (Fp cp 2v6-8) (Hb cp2v14-18)
Com a morte de Jesus, Ele leva maldição sobre si e toda a força do pecado e morre por todos nós (Hbcp 4v25) (Rm cp 5v10) (Rm cp 6v3-8)
Com a morte de seu filho, Jesus Cristo, Deus aceita a justificação do homem por meio de Cristo e reconcilia o homem consigo mesmo.
Deus recebe, isto é, aceita o homem como justo sem esta maldição chamada pecado. (Rm cp 5v8-11) (I Tim cp2v 5-6)
Com a ressurreição de Jesus Cristo Ele torna-se ressurreto, com poder da morte e todo seu aguilhão e esta maldição não tendo mais efeito sobre Ele. Com todo poder da morte em suas mãos (Ap cp 1 v 17-18)
Para que a morte e a maldição não reinem mais sobre ninguém, e seja tirada e extinta para sempre. (Ap cp 20 v 13-14)


NOTA:
- Graças a Deus que proveu para nós a morte de Jesus Cristo, e através dela retirou-se essa condenação dada ao homem – a morte.
Por isso, todos quanto o aceitar como o seu Senhor e Salvador, tem a promessa de que nunca morrerá (evangelho de são João cp11v26).

Deus abençoe a todos.
Que este estudo lhe ajude a acrescentar a sua fé em Jesus Cristo (nome em hebraico: YESHUA HAMASHIACH)


baruk hashem

sábado, 11 de julho de 2009




estudos de traduções da biblia


Fragmento da Septuaginta, do Século I, a.D.
Septuaginta é o nome da versão da
Bíblia hebraica para o grego koiné, traduzida em etapas entre o terceiro e o primeiro século a.C. em Alexandria.
Dentre outras tantas, é a mais antiga tradução da bíblia hebraica para o grego,
língua franca do Mediterrâneo oriental pelo tempo de Alexandre, o Grande.
A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos trabalharam nela e, segundo a lenda, teriam completado a tradução em setenta e dois dias.
A Septuaginta foi usada como base para diversas traduções da
Bíblia.
A Septuaginta inclui alguns livros não encontrados na bíblia hebraica. Muitas bíblias da
Reforma seguem o cânone judaico e excluem estes livros adicionais. Entretanto, católicos romanos incluem alguns destes livros em seu cânon e as Igrejas ortodoxas usam todos os livros conforme a Septuaginta. Anglicanos, assim como a Igreja oriental, usam todos os livros exceto o Salmo 151, e a bíblia do rei James em sua versão autorizada inclui estes livros adicionais em uma parte separada chamada de Apocrypha.
A Septuaginta foi tida em alta conta nos tempos antigos.
Fílon de Alexandria e Flávio Josefo consideravam-na divinamente inspirada. Além das traduções latinas antigas, a LXX também foi a base para as versões em eslavo eclesiástico, para a Héxapla de Orígenes (parte) e para as versões armênia, georgiana e copta do Antigo testamento. De grande significado para muitos cristãos e estudiosos da Bíblia, é citada no Novo Testamento e pelos Padres da Igreja. Muito embora judeus não usassem a LXX desde o século II AD recentes estudos acadêmicos troxeram um novo interesse sobre o tema nos estudos judaicos. Alguns dos pergaminhos do Mar Morto sugerem que o texto hebraico pode ter tido outras fontes que não apenas aquelas que formaram o texto massorético. Em vários casos, estes novos textos encontrados estão de acordo com a LXX. Os mais antigos códices da LXX (Vaticanus e Sinaiticus) datam do século IV AD.
//
[editar] Controvérsia
Há controvérsia quanto à veracidade de que a Septuaginta tenha mesmo existido como uma versão pré-cristã do Velho Testamento em grego, pois nunca foi encontrada nenhuma versão do Velho Testamento em grego datando antes de Orígenes (185 — 253 d.C)
[1].
Mesmo Dr. Jones e Dr. Silva, defensores da Septuaginta e escritores do prominente livro Invitation to Septuagint (Convite à Septuaginta), expressam, em duas ocasiões, a fragilidade que cerca o assunto
[2] :
a) "The reader is cautioned, therefore, that there is really no such thing as the Septuagint" (O leitor é advertido, portanto, que na verdade não existe uma 'Septuaginta')
b) "Strictly speaking, there is no such thing as the Septuagint. This may seem like an odd statement in a book entitled Invitation to the Septuagint, but unless the reader appreciates the fluidity and ambiguity of the term, he or she will quickly become confused by the literature." (Estritamente falando, não existe uma 'Septuaginta'. Esta parece até uma declaração estranha num livro chamado Convite à Septuaginta, mas a menos que o leitor compreenda a fluidade e ambiguidade do termo, ele ou ela irá se confundir rapidamente pela literatura.).
[editar] Criação do texto
Estudiosos israelitas primeiro traduziram a
Torá para o grego, por volta do século III a.C.. Nos dois séculos seguintes os demais livros foram sendo traduzidos. Não está totalmente claro o que foi transliterado e onde exatamente, alguns livros podem ter sido traduzido mais de uma vez, surgindo diferentes versões e depois revisados. A qualidade e o estilo dos diferentes tradutores variou grandemente de livro para livro, do literal à paráfrase.
[editar] Edições impressas
Todas as edições impressas da Septuaginta são derivadas de três antigas cópias.
A
Editio princeps é a Bíblia Poliglota Complutense, baseada em manuscritos atualmente perdidos, é considerada bastante próxima aos mais antigos manuscritos[3]
A edição
aldina publicou-se em Veneza em 1518. O texto aproxima-se mais do Codex B do que do complutense. O editor não os especifica que manuscritos usou. Foi reimpressa diversas vezes.
A edição mais importante é a romana ou sistina, que reproduz exclusivamente o
Codex Vaticanus Foi publicada pelo Cardeal Caraffa, com a ajuda dos vários peritos, em 1586, autorizado pelo Papa Sisto V, para ajudar nas revisões em preparação da Vulgata Latina, requisitada pelo Concílio de Trento. Transformou-se num repositório de textos do Antigo Testamento grego e teve muitas edições novas, tais como o de Holmes e de Pearsons (Oxford, 1798-1827), e as sete edições de Constantin von Tischendorf, que se publicaram em Leipzig entre 1850 e 1887, sendo que os últimos dois, publicou-se após a morte do autor na revisão da Nestle, e as quatro edições do Henry Barclay Swete (Cambridge, 1887-95, 1901, 1909), etc;
A edição de
Grabe foi publicada em Oxford, 1707 a 1720, e reproduzida, de maneira incompleta no Codex Alexandrinus de Londres. Para edições parciais, veja Vigouroux, “Dict. de la Bible”, sqq 16
[ A Peshitta
O nome “Peshitta” é conhecido como derivado do pšîṭtâ do mappaqtâ pšîṭtâde
Siríaco (ܡܦܩܬܐܦܫܝܛܬܐ), significando literalmente “a versão simples”. Entretanto, é também possível traduzir o pšîṭtâ como a “terra comum” (isto é, para todos os povos), ou “reto”, traduzido usualmente como “simples”. Siríaco (Sy) é um dialeto, ou grupo de dialetos, do Aramaico oriental. Escreve-se no alfabeto siríaco, e é transliterado para o alfabeto latino de diferentes maneiras: Peshitta, Peshittâ, Pshitta, Pšittâ, Pshitto, Fshitto.
Todas estas são aceitáveis, mas “Peshitta” ou Pesito são traduções mais convenientes em português.
[editar] História das versões


Texto da Peshitta de Êxodo 13:14-16 produzido na Amida no ano de 464.
Em
Siríaco o nome “Peshitta” aplicava-se primeiramente ao padrão bíblico, comum na Síria do século IX, quando foi chamada assim por Moshe bar Kepha. Entretanto, está claro que a Peshitta teve uma história longa e complexa antes de receber seu nome. No fato o velho Testamento e o Novo Testamento da Peshitta são dois trabalhos de tradução completamente distintos.
O Velho Testamento Peshitta é a parte a mais antiga da
literatura siríaca de todos os tempos, com a provável origem no século II. A maioria das igrejas primitivas confiavam na Septuaginta grega, ou em traduções dela, para o Velho Testamento, quanto a Igreja Siríaca teve seu texto traduzido diretamente do Hebraico. O texto Hebraico que serviu como uma cópia mestra para a tradução deve ter sido relativamente similar ao Texto Massorético das Bíblias Hebraicas medievais e modernas.
Embora os estudos precedentes sugerissem que esta tivesse sido traduzida do
Targum Aramaico, esta sugestão é agora rejeitada. Entretanto, algumas influências targúmicas isoladas podem ser vistas no texto (especialmente no Pentateuco e nos livros das Crônicas), com a adição de pequenas partes interpretativas. O estilo e a qualidade da tradução no Velho Testamento da Peshitta variam completa e extensamente. Algumas cópias podem ter sido traduzidas por judeus que falavam siríaco antes de ser feito pesquisas pela igreja, quanto a outras cópias podem ter sido trabalhadas por judeus convertidos ao Cristianismo.
Visto que
Siríaco é a língua de Edessa, é provável que a tradução ocorresse nessa região. Entretanto, Irbil e Adiabena, com sua população judaica do século II grande e de forte influência, sugeriram-se que este também pudesse ser o lugar de origem.
Alguns acadêmicos apontaram para algumas supostas características
aramaicas no texto, que podem sugerir que a tradução original ocorreu na Palestina ou Síria. Entretanto, a interpretação destas características é extremamente difícil. A origem da Peshitta é complicada pela existência de outras duas traduções do evangelho Siríaco: o Diatessaron e o Antigo Siríaco.
Os quatro
evangelhos do Novo Testamento separados, transformaram-se no Evangelho oficial Siríaco. Entretanto, a igreja Siríaca foi levada a seguir a prática de outras igrejas e usar os quatro evangelhos separados. Theodoret Bispo de Cyrrhus no Eufrates na Síria superior em 423, pesquisou e encontrou mais de duzentas cópias do Diatessaron, dos quatro evangelhos. As versões modernas das Escrituras Siriacas com os quatro evangelhos, excluem o Diatessaron, que são chamadas de a antiga versão Siríaca (Vetus Syra). Ainda existem dois manuscritos do século V dos antigos evangelhos separados em Siríaco.
Estas são traduções comparativamente livre do
texto grego. Os antigos evangelhos siríacos foram produzidos provavelmente no século III. O antigo idioma Siríaco é usado no Antigo Testamento da Peshitta para referências (e é assim a testemunha a mais antiga de sua existência) nos evangelhos, nos textos onde as citações são completamente diferentes em grego. Há também evidências de que as traduções dos Atos dos Apóstolos e das Epístolas paulinas existiram também na antiga versão Siríaca, de acordo com a história eclesiástica 4.29.5 de Eusébio.
Ao contrário do
cânon grego, a Peshitta não tinha a Segunda Epístola de Pedro, a Segunda Epístola de João, a Terceira Epístola de João, a Epístola de Judas e o Apocalipse de São João. Entretanto, exames dos manuscritos mais antigos da Peshitta mostram alguma variação. As modernas Bíblias siríacas adicionam traduções do século VI ou século VII destes cinco livros a um texto revisado da Peshitta.
No
século VII, uma Bíblia completa em Siríaco baseado no grego padrão foi produzido. O Syro-Hexapla é uma versão do Velho Testamento baseado na quinta coluna de Hexapla.(a qual é agora a testemunha as mais importantes). A Versão de Harklean, sob a supervisão de Thomas de Harkel, é uma tradução razoavelmente mais próxima de siríaco do Novo Testamento grego, mas contém algumas características do antigo siríaco. Apesar da existência destas traduções, a Peshitta permaneceu como a Bíblia comum das igrejas siríacas, e estas traduções técnicas foram confinadas na maior parte às escolas de teologia da Síria.
[editar] Índice e estilo do Peshitta

As Bem-Aventuranças de Mateus 5:8 na Tradução da Peshitta Siríaca.Ṭûḇayhôn l'aylên daḏkên b-lebbhôn: d-henôn neḥzôn l'alāhâ.. 'Felizes os puros de coração, pois verão a Deus.'
A versão da Peshitta do
Antigo Testamento é uma tradução independente, baseada na maior parte em um texto Hebraico similar ao texto massorético. Mostra um número de similaridades lingüísticas e exegéticas ao aramaico Targum, mas atualmente acredita-se que não se origina dele.
Em algumas passagens os tradutores usaram claramente a
Septuaginta grega. A influência da Septuaginta é particularmente forte em Isaías e nos salmos, provavelmente devido ao seu uso na liturgia. A maioria dos textos Apócrifos é traduzida da Septuaginta, a não ser Tobias que não existia em versões antigas da Peshitta. Combina com estes algumas das leituras “Bizantinas” mais complexas do século V.
[editar] Desenvolvimentos modernos
A Peshitta, levemente revisada e com os livros faltantes adicionados, é a
Bíblia padrão de Síria para igrejas na tradição litúrgica siríaca: a Igreja Ortodoxa Síria, a Igreja Católica Siro-Malancar, a Igreja Católica Siríaca, a Igreja Assíria do Oriente, a Igreja Ortodoxa Indiana, a Igreja Mar Thoma, a Igreja Católica Caldeia e a Igreja Maronita.
Na
Cristandade Siríaca a língua árabe está se tornando mais comum, se não para leituras litúrgicas, para sermões e o estudo pessoal da Bíblia entre cristãos siríacos do Oriente Médio. Quase todos os acadêmicos da Síria, concordam que os evangelhos da Peshitta são traduções dos originais gregos. Em 1901, P.E. Pusey e G.H. Gwilliam publicaram um texto crítico da Peshitta com uma tradução Latina. Então, em 1905, a Sociedade Britânica e Estrangeira da Bíblia produziu uma versão livre, não critica dos evangelhos da Peshitta. Em 1920, esta versão foi expandida ao Novo Testamento completo. Em 1961, o instituto de Peshitta de Leiden publicou uma edição crítica mais detalhada da Peshitta com uma série dos fascículos . Em 1933 uma tradução da Peshitta no inglês, editada por George M. Lamsa, tornou-se conhecida como a Bíblia de Lamsa.
Em
1996, surgiu a primeira edição, da edição comparativa de George Anton Kiraz dos evangelhos em Siríaco: Alinhando as antigas versões Siríacas Sinaíticas, de Curetonianus, de Peshitta e de Harklean (abbr. CESG; o texto de Harklean foi preparado por Andréas Juckel) foi publicado por Brill. As segundas (2002) e terceiras (2004) edições subseqüentes foram impressas pelo LLC de Gorgias Pressionar.
Muitos
manuscritos da Pesito, ainda podem ser encontrados, o mais valioso deles sendo um códice século VI ou VII, na Biblioteca Ambrosiana em Milão, Itália. Um manuscrito do Pentateuco da Pesito, possui data de 464 d.C., o que o torna o mais antigo manuscrito bíblico datado em qualquer idioma.
[editar] Bibliografia
VulgataOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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A Vulgata é uma tradução para o
latim da Bíblia escrita em meados do século IV por São Jerónimo, a pedido do Papa Dâmaso I, que foi usada pela Igreja Católica e ainda é muito respeitada.
Nos seus primeiros séculos, a Igreja serviu-se sobretudo da
língua grega. Foi nesta língua que foi escrito todo o Novo Testamento, incluindo a Carta aos Romanos, de São Paulo, bem como muitos escritos cristãos de séculos seguintes.
No
século IV, a situação mudara e é então que o importante biblista São Jerónimo traduz pelo menos o Antigo Testamento para latim e revê a Vetus Latina. A Vulgata foi produzida para ser mais exata e mais fácil de compreender do que suas predecessoras. Foi a primeira, e por séculos a única, versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente do hebraico e não da tradução grega conhecido como Septuaginta. No Novo Testamento, São Jerônimo selecionou e revisou textos. Ele inicialmente não considerou canônicos os sete livros, chamados por católicos e ortodoxos de deuterocanônicos. Porém, trabalhos seus posteriores mostram sua mudança de conceito, pelo menos a respeito dos livros de Judite, Sabedoria de Salomão e o Eclesiástico (ou Sabedoria de Sirac), conforme atestamos em suas últimas cartas a Rufino. Chama-se Vulgata a esta versão latina da Bíblia, que foi usada pela Igreja Católica Romana durante muitos séculos, e ainda hoje é fonte para diversas traduções.
O nome vem da frase versio vulgata, isto é "versão dos vulgares", e foi escrito em um latim cotidiano usado na distinção consciente ao latim elegante de
Cícero, do qual Jerônimo era um mestre.
Após o
Concílio Vaticano II, por determinação de Paulo VI, foi realizada uma revisão da Vulgata, sobretudo para uso litúrgico. Esta revisão, terminada em 1975, e promulgada pelo Papa João Paulo II em 25 de abril de 1979, é denominada Nova Vulgata.

[editar] Prólogos da Vulgata
Além do texto bíblico da Vulgata, ela contém prólogos dos quais a maioria foi escrito por
Jerônimo. Esses prólogos são escritos críticos e não eram destinados ao público em geral.
O tema recorrente dos prólogos se referem a primazia do texto hebraico sobre os textos da
Septuaginta (LXX) em grego.
Entre os mais notáveis prólogos se destaca o Prologus Galeatus, na qual
Jerônimo descreve um Cânon bíblico judaico composto de 22 livros. Independente disto, Jerônimo traduziu e incluiu no Antigo Testamento da Vulgata os livros Deuterocanônicos.
O prólogo "Primum Quaeritur", de autoria desconhecida, defende a autoria Paulina para a carta aos Hebreus

Traduções da Bíblia em língua portuguesa
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A
Bíblia foi traduzida, ao longo dos séculos, em mais de 2400 línguas e idiomas diferentes, incluindo a língua portuguesa.
Desde as primeiras traduções parciais em
português arcaico no século XIII, diversas versões estão disponíveis ao público em livrarias, bibliotecas e na internet.
Índice
[
esconder]
1 Idade Média
2 Tradução de João Ferreira de Almeida
3 Tradução de António Pereira de Figueiredo
4 Traduções em Portugal, após Almeida e Figueiredo
4.1 Traduções parciais
4.2 Traduções completas
5 Traduções no Brasil
5.1 Traduções parciais
5.2 Traduções completas
6 Traduções feitas em outros países
7 Referências
8 Ligações externas
//
[editar] Idade Média
A primeira tradução que se tem notícia é a do rei
Dinis de Portugal, conhecida como Bíblia de D. Dinis, que teve grande tiragem durante o seu reinado. É uma tradução dos 20 primeiros capítulos de Gênesis, a partir da Vulgata. Houve também traduções realizadas pelos monges do Mosteiro de Alcobaça, mais especificamente o livro de Atos dos Apóstolos.
Durante o reinado de D.
João I de Portugal, este ordenou que fosse traduzida novamente a Bíblia no vernáculo. Foi publicada grande parte do Novo Testamento e os Salmos, traduzidos pelo próprio rei. Sua neta, D. Filipa, traduziu os evangelhos do francês. Bernardo de Alcobaça traduziu Mateus e Gonçalo Garcia de Santa Maria traduziu partes do Novo Testamento.
Em
1491 é imprimido o Comentários sobre o Pentateuco que, além do Pentateuco, tinha os Targumim sírios e o grego de Onquelos. O tipógrafo Valentim Fernandes imprime De Vita Christi, uma harmonia dos Evangelhos. Os "Evangelhos e Epístolas", compilados por Guilherme de Paris e dirigidos ao clero, são imprimidos pelo tipógrafo Rodrigo Álvares. Numa pintura de Nuno Gonçalves, aparece um rabino segurando uma Torá aberta.
Em
1505, a rainha Leonor ordena a tradução de Atos dos Apóstolos e as Epístolas de Tiago, Pedro, João e Judas. O padre Antonio Ribeiro dos Santos é responsável por traduções dos Evangelhos de Mateus e Marcos. Em 1529, é publicada em Lisboa uma tradução dos Salmos feita por Gómez de Santofímia, que teve uma 2ª edição em 1535. É bem possível, devido à proximidade com a Espanha, traduções em espanhol fossem conhecidas, como as de João Pérez de Piñeda, João de Valdés e Francisco de Enzinas. O padre jesuíta Luiz Brandão traduziu os quatro Evangelhos.
Durante a
Inquisição houve uma grande diminuição das traduções da Bíblia para o português. A Inquisição, desde 1547 proibia a posse de Bíblias em línguas vernaculares, permitindo apenas a Vulgata latina, e com sérias restrições.
Por volta de
1530, António Pereira Marramaque, de uma família ilustre de Cabeceiras de Basto, escreve sobre a utilidade de verter a Bíblia em vernáculo. Poucos anos depois, é denunciado à Inquisição por possuir uma Bíblia em vulgar.
Uma tradução do Pentateuco é publicada em
Constantinopla em 1547, feita por judeus expulsos de Portugal e Castela. Abraão Usque, judeu português, traduziu e publicou uma tradução conhecida como a Bíblia de Ferrara, em espanhol. Teve que publicar em Ferrara, por causa de perseguição.
[editar] Tradução de João Ferreira de Almeida
A tradução feita por
João Ferreira de Almeida é considerada um marco na história da Bíblia em português porque foi a primeira tradução do Novo Testamento a partir das línguas originais. Anteriormente supõe-se que havia versões do Pentateuco traduzidas do hebraico.
Ele já conhecia a
Vulgata, já que seu tio era padre. Após converter-se ao protestantismo aos 14 anos, Almeida partiu para a Batávia. Aos 16 anos traduziu um resumo dos evangelhos do espanhol para o português, que nunca chegou a ser publicado. Em Malaca traduziu partes do Novo Testamento também do espanhol.
Aos 17, traduziu o Novo Testamento do
latim, da versão de Theodore Beza, além de ter se apoiado nas versões italiana, francesa e espanhola.
Aos 35 anos, iniciou a tradução a partir de obras escritas no idioma original, embora seja um mistério como ele aprendeu estes idiomas. Usou como base o
Texto Massorético para o Antigo Testamento e uma edição de 1633 (pelos irmãos Elzevir) do Textus Receptus. Utilizou também traduções da época, como a castelhana Reina-Valera. A tradução do Novo Testamento ficou pronta em 1676.
O texto foi enviado para a
Holanda para revisão. O processo de revisão durou 5 anos, sendo publicado em 1681, e teve mais de mil erros[carece de fontes?]. A razão é que os revisores holandeses queriam harmonizar a tradução com a versão holandesa publicada em 1637. A Companhia das Índias Orientais ordenou que se recolhesse e destruísse os exemplares defeituosos. Os que foram salvos foram corrigidos e utilizados em igrejas protestantes no Oriente, sendo que um deles está exposto no Museu Britânico. Após sua morte foram detectados 1.119 erros de tradução[carece de fontes?].
O próprio Almeida revisou o texto durante dez anos, sendo publicado após a sua morte, em
1693. Enquanto revisava, trabalhava também no Antigo Testamento. O Pentateuco ficou pronto em 1683. Há uma tradução dos Salmos que foi publicada em 1695, anexo ao Livro de Oração Comum, anônima, mas atribuída a Almeida. Almeida conseguiu traduzir até Ezequiel 48:12 em 1691, ano de sua morte, tendo Jacobus op den Akker completado a tradução em 1694.
A tradução completa, após muitas revisões, foi publicada em dois volumes, um
1748, revisado pelo próprio den Akker e por Cristóvão Teodósio Walther, e outro em 1753. Em 1819, a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira publica uma 3ª edição da Bíblia completa, em um volume.
Há também as edições impressas em na colônia
dinamarquesa de Tranquebar, que datam de 1719 a 1765. São edições parciais da Bíblia, que foram obtidas à medida que os revisores terminavam seu trabalho.
Resumindo, foram impressas:
NT, 1ª edição,
Amsterdã, 1681
NT, 2ª edição,
Batávia, 1693[1]
NT, 3ª edição,
Amsterdã, 1712 [2]
AT, Gênesis a Ester,
Batávia [3]
AT, Jó a Malaquias,
Batávia [4]
Impressões em
Tranquebar: Gênesis, 1719; Oséias a Malaquias, 1732; Josué a Ester, 1738; Jó a Cânticos, 1744; Isaías a Daniel, 1751; O Livro de Salmos, 1740; Os Evangelhos, 1760; Novo Testamento, 1765.
O trabalho de João Ferreira de Almeida é para a língua portuguesa o que a
Bíblia de Lutero é para alemã, a King James Version para a inglesa e Reina-Valera é para a espanhola. No entanto, a única tradução moderna em Português, que utiliza os mesmos textos-base em grego e hebraico que foram utilizados por João Ferreira de Almeida, é a versão Almeida Corrigida Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. As demais traduções modernas, embora utilizem o nome "Almeida", como a Almeida Revista e Atualizada e Almeida Revista e Corrigida baseiam-se em maior ou menor grau nos manuscritos do chamado Texto Crítico, que passou a ser utilizado somente a partir do século XIX. Teófilo Braga, ao comentar sobre a versão original de Almeida, disse: "É esta tradução o maior e mais importante documento para se estudar o estado da língua portuguesa no século XVIII."
[editar] Tradução de António Pereira de Figueiredo
Devido à Inquisição, houve poucos esforços na
Igreja Católica para a produção de uma tradução bíblica em língua portuguesa. António Pereira de Figueiredo, padre português, começou o projeto de tradução da Bíblia em português. Era baseado na Vulgata e levou 18 anos para ser completada. Essa tradução só foi possível graças ao enfraquecimento e desativação da Inquisição.
O
Novo Testamento foi publicado entre 1778 e 1781 em seis volumes. O Antigo Testamento foi publicado entre 1782 e 1790 em 17 volumes. A versão em sete volumes, que é considerada padrão, foi publicada em 1819, sendo que a versão em volume único foi publicada em 1821.
Por ser uma versão com português mais recente, foi considerada melhor que a de Almeida, apesar de não ter sido baseado nos idiomas originais. Nota-se que foi a
Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira que editou as revisões de 1821 (completa) e 1828 (sem os deuterocanônicos). A Sociedade Bíblica de Portugal foi fundada em 1835 e distribuiu essa, além da versão de Almeida. Teve boa acolhida entre católicos e protestantes.
[editar] Traduções em Portugal, após Almeida e Figueiredo
[editar] Traduções parciais
Padre António Ribeiro dos Santos traduziu os Evangelhos de
Mateus e Marcos no final do século XIX, baseado na Vulgata.
[editar] Traduções completas
O comerciante natural de
Hamburgo, Pedro Rahmeyer é responsável por uma tradução completa da Bíblia em português. Ficou conhecida como "Bíblia de Rahmeyer" e está em exposição no Museu de Hamburgo. Supõe-se que, durante os 30 anos que ficou em Lisboa, tenha traduzido do alemão.
Em
1933, com apoio papal, o padre Matos Soares publica sua tradução da Bíblia em português, traduzida a partir da Vulgata. Ganhou a aprovação da Igreja Católica, sendo a mais popular no Brasil, desde que foi publicada em 1942.
A
Tradução Interconfessional em Português Corrente foi fruto de um trabalho conjunto entre católicos e protestantes. Iniciada em 1972, é revisada em 2002.
[editar] Traduções no Brasil
[editar] Traduções parciais
A primeira tradução realizada no
Brasil foi feita pelo bispo Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré. Era um Novo Testamento traduzido a partir da Vulgata. No prefácio, havia acusações contra os protestantes, chamando suas versões da Bíblia de "falsificadas". Foi publicada em São Luís, no Maranhão, em 1847, sendo imprimida em Portugal em 1875.
Em
1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral publica uma revisão do Novo Testamento de Almeida. Foi revisada por José Manoel Garcia, pelo pastor M. P. B. de Carvalhosa e pelo pastor Alexandre Latimer Blackford.
O imperador D.
Pedro II era um profundo admirador da cultura judaica. Após aprender o hebraico, que era a sua língua favorita, traduziu partes da Bíblia, como o livro de Neemias, além de partes do Velho Testamento para o latim.
F. R. dos Santos Saraiva, autor de um dicionário latino-português, traduz os Salmos, com o título de Harpa de Israel, em 1898.
Duarte Leopoldo e Silva traduz e publica os Evangelhos em forma de harmonia. O Colégio da Imaculada Conceição,
Botafogo, Rio de Janeiro, publica uma tradução dos Evangelhos e Atos, do francês, preparada por um padre, em 1904. Padres franciscanos iniciam um trabalho de tradução a partir da Vulgata, sendo concluído em 1909. No mesmo ano, o padre Santana traduz o Evangelho de Mateus diretamente do grego. É a primeira tradução parcial da Bíblia, em português, dos idiomas originais feita por um padre católico, embora tenha sido apoiado pelo latim.
J. L. Assunção traduz o Novo Testamento a partir da
Vulgata em 1917. Surge, no mesmo ano, o livro de Amós, traduzido por Esteves Pereira. Foi traduzido do etíope. Em 1923, J. Basílio Pereira traduz o Novo Testamento e os Salmos a partir da Vulgata.
O então padre
Huberto Rohden foi o autor de uma tradução do Novo Testamento. Começou a traduzir enquanto estudava na Leopold-Franzens-Universität Innsbruck, Áustria, completando em 1930. Foi publicado pela Cruzada da Boa Imprensa (atualmente é pela editora Martin Claret). Utilizou como base o Textus Receptus.
O rabino
Meir Matzliah Melamed traduz a Torá, numa edição sem data, com o nome de A Lei de Moisés e as Haftarot. Foi publicada em 1962. A tradução foi revisada e lançada, em 2001, com o nome de A Lei de Moisés. Está disponível pela Editora Sêfer.
Em
1993 é publicado o Novo Testamento da Nova Versão Internacional. Em 2005, o pastor batista Fridolin Janzen traduz o Novo Testamento em português, baseado no Textus Receptus. O texto está disponível no seu website, e está para ser imprimida.
[editar] Traduções completas
A primeira tradução completa foi a
Tradução Brasileira. Foi uma tradução da Bíblia que não contava apenas somente com teólogos, como H. C. Tucker, William Cabell Brown, Eduardo Carlos Pereira, mas também com eruditos como Ruy Barbosa, José Veríssimo e Virgílio Várzea.
A tradução se principiou em
1902. Os dois primeiros evangelhos foram editados em 1904, e depois de alguma crítica e revisão, o Evangelho de Mateus saiu novamente em 1905. Os Evangelhos e o livro dos Atos dos Apóstolos foram publicados em 1906, e o Novo Testamento completo em 1910. Publicada em sua inteireza em 1917, apresenta características eruditas, sendo bastante literal em relação aos textos originais.
Não obteve o agrado dos leitores, por traduzir nomes hebraicos de uma maneira próxima à daquela língua, falta de literalidade e falta de revisões. Ver artigo principal:
Tradução Brasileira.
A
Almeida Revista e Corrigida foi a primeira Bíblia a ser impressa no Brasil, em 1948. Está em circulação a revisão de 1995. Ver artigo principal: Almeida Revista e Corrigida.
Publicada em
1959, a Almeida Revista e Atualizada utiliza o Texto Crítico, ao invés do Textus Receptus. Ganhou aprovação da CNBB. Ver artigo principal: Almeida Revista e Atualizada.
Em
1959 é publicada a tradução dos monges Meredsous em português. O trabalho de tradução foi coordenado pelo franciscano João José Pedreira de Castro, do Centro Bíblico de São Paulo . Foi traduzida a partir da versão francesa publicada na Bélgica.
A
Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas é uma tradução da Bíblia feita com direcionamento específico para as Testemunhas de Jeová. Foi publicada em 1963, sendo traduzida da versão inglesa. Ver artigo principal: Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.
A Versão Revisada foi publicada em
1967, pela Imprensa Bíblica Brasileira e pela Juerp. É de orientação batista. Ver artigo principal: Versão revisada segundo os melhores textos.
Em
1976 é publicada a Bíblia de Jerusalém, pelas Edições Paulinas. É baseada na versão francesa, sendo que as notas e comentários são traduzidos. Em 2002 é publicada a revisão, chamada de Nova Bíblia de Jerusalém.
Em
1981 é publicada a Bíblia Viva, uma paráfrase da Bíblia. A versão original foi elaborada por Kenneth Taylor e foi traduzida na base da equivalência dinâmica (idéia por idéia). Já está na 2ª edição.
Em
1982 é publicada a Bíblia Vozes, pela editora Vozes, traduzida por uma comissão, presidida pelo franciscano Ludovico Garmus. No mesmo ano é publicada uma versão pela editora Santuário. No ano seguinte é publicada a Bíblia Mensagem de Deus pelas edições Loyola.
Em
1988 é publicada A Bíblia na Linguagem de Hoje, caracterizada por ter uma linguagem popular e tradução flexível. Um exemplo é a tradução de Juízes 3:24: Aí os empregados chegaram e viram que as portas estavam trancadas. Então pensaram que o rei tinha ido ao banheiro. Muitos eruditos vêem uma excessiva utilização de linguagem popular, que pode comprometer a fidelidade com o texto original. Devido a esses problemas, essa tradução passou por um grande processo de revisão, que resultou na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, em 2000.
Em
1990 é publicada a Edição Pastoral. Coordenada pelo teólogo Ivo Storniolo, é uma tradução afinada com a teologia da libertação, sendo voltada para uso dos leigos. Ver artigo principal: Edição Pastoral.
Ainda em
1990, a Editora Vida publicou a sua Edição contemporânea da Bíblia de Almeida (EAC). Essa edição eliminou arcaísmos e ambiguidades do texto original de Almeida, mas com a promessa de preservar as excelências do texto que lhe serviu de base.
Em
1997 é publicada a Tradução Ecumênica da Bíblia (sendo baseada na versão francesa), sendo parte de sua comissão católicos, protestantes e judeus. O Antigo Testamento foi mantido do modo como se utiliza nas Bíblias judaicas.
Em
2001, a CNBB produziu uma tradução comemorativa dos 50 anos da CNBB, e já está na 3ª edição e envolveu cooperação entre sete editoras católicas. No mesmo ano é publicada a Torah Viva, traduzida por Adolfo Wasserman, baseada na versão inglesa. É publicada também a versão completa da Nova Versão Internacional. ,
Em
2002 é publicada a Bíblia do Peregrino, traduzida por Luís Alonso Schökel. É uma tradução da versão espanhola.
Em
2006 é publicada a Bíblia Hebraica. É o primeiro Tanakh completo publicado em português, desde 1553. Os tradutores foram David Gorodovits e Jairo Fridlin e foi revisada por rabinos e professores.
Em
2007 é publicada a Bíblia Almeida Século 21, uma atualização da "Versão Revisada" do texto de Almeida (também conhecida como "Versão revisada segundo os melhores textos") por uma parceria entre a Imprensa Bíblica Brasileira/Juerp, a Editora Hagnos e a Editora Atos.
[editar] Traduções feitas em outros países
A Sociedade Bíblica Trinitariana, fundada no
Reino Unido em 1831, também produziu uma versão para o português do Novo Testamento, em 1883. É baseada, no Textus Receptus, assim como todas as Bíblias da Sociedade Bíblica Trinitariana.

O Novo Testamento no Grego Original
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O Novo Testamento no Grego Original (The New Testament in the Original Greek), é o nome de uma versão
grega do Novo Testamento publicado em 1881. É também conhecida como O Texto de Westcott e Hort, um reconhecimento aos editores Brooke Foss Westcott (1825-1901) e Fenton John Anthony Hort (1828-1892). É um texto crítico, compilado a partir de alguns dos mais antigos fragmentos das Escrituras Gregas Cristãs e outros textos descobertos até aquele tempo.
Westcott e Hort distinguem quatro tipos de texto em seus estudos. O mais recente é
sírio, ou texto-tipo Bizantino, dos quais o mais recente exemplo é o Textus Receptus. O texto-tipo Western é muito mais antigo, mas tende a parafrasear, portanto, também carece de fiabilidade. O texto-tipo Alexandrino, exemplificado no Codex Ephraemi Rescriptus, exibe um estilo grego mais polido. Os dois pesquisadores identificaram o seu “texto tipo” favorito como "Texto Neutral”, exemplificado por dois manuscritos do Século IV, o Codex Vaticanus (conhecido por estudiosos desde o Século XV) e o Codex Sinaiticus (descoberto apenas em 1859), ambos os quais foram cuidadosamente estudados, mas não exclusivamente para esta edição. Westcott e Hort trabalharam em seu texto a partir de 1853 até a sua conclusão em 1881 (Metzger, p. 129). Mais tarde uma Introdução e apêndice foram inseridos por Hort, aparecendo em um segundo volume em 1882. Em 1892, uma edição revista foi lançada por F. C. Burkitt. De acordo com Metzger, "a validade geral de seus princípios críticos e procedimentos é amplamente reconhecido pelos estudiosos de hoje." (Metzger, p. 136)
The Kingdom Interlinear Translation of the Greek Scriptures (Tradução Interlinear do Reino das Escrituras Gregas) publicada pelas
Testemunhas de Jeová tem como texto base O Novo Testamento no Grego Original no lado esquerdo da página. Uma tradução literal, palavra por palavra, em inglês aparece sob as linhas do texto grego. As Escrituras Gregas Cristãs da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas traduzida para vários idiomas, também foi baseada neste texto grego.[1]
Bíblia Hebraica Stuttgartensia
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A Bíblia Hebraica Stuttgartensia, ou BHS, é uma edição da bíblia do
Texto Massorético da Bíblia Hebraica no idioma Hebraico, totalmente baseada no Códice de Leningrado publicada pela Sociedade Bíblica Alemã Deutsche Bibelgesellschaft em Stuttgart.
É amplamente vista tanto pelo
judaísmo como pelo cristianismo, como uma edição confiável das Escrituras em Hebraico e Aramaico (tanak na terminologia judia ou Antigo Testamento na terminologia cristã), e tem sido em muito, a mais usada por eruditos do texto mestre na língua original, tanto para pesquisas como para base de traduções em outros idiomas. Também tornou-se a edição mais usada em escolas bíblicas.
Atualmente usa-se uma revisão da terceira edição da
Bíblia Hebraica editada por Rudolf Kittel, sendo que a primeira foi baseada no Códice de Leningrado. As notas de rodapé das páginas tem sido totalmente revisadas. Originalmente estas notas foram acrescentadas aos poucos desde 1968 a 1976, chegando a ser um só volume em 1977; Desde então sendo reimpressa muitas vezes.
O texto usado é uma cópia exata, salvo pequenos erros, do
Texto Massorético assim como está registrado no Códice de Leningrado. A única pequena diferença está no Livro das Crônicas, o qual precede aos Salmos, este foi movido para o fim, assim como também ocorre com outros livros bíblicos. O Livro de Jó, precede ao Livro dos Provérbios, assim como o acontece com todas as outras bíblias hebraicas.
Em suas margens, possuem as
notas massoréticas. Estas estão baseadas no códice massorético, mas foram reeditadas a fim de se tornarem mais fáceis de entender. Mesmo assim, alguns livros tem sido escritos, explicando estas notas.
As notas ao pé da página registram possíveis correções ao texto. Muitas destas estão baseadas no
Pentateuco samaritano, nos Pergaminhos do Mar Morto, e em antigas traduções bíblicas tais como a Septuaginta, a Vulgata e a Peshitta.

João Ferreira de Almeida
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João Ferreira d'Almeida (
português europeu) ou João Ferreira de Almeida (português brasileiro) (Torre de Tavares, Portugal, 1628Java, Indonésia, 1691) foi uma importante personalidade do protestantismo português, especialmente conhecido por ter traduzido a Bíblia para a língua portuguesa.
Anos iniciais
Filho de pais católicos, João Ferreira de Almeida nasceu na localidade de
Torre de Tavares, concelho de Mangualde, em Portugal. Ficou órfão ainda em criança e veio a ser criado na cidade de Lisboa por um tio que era membro de uma ordem religiosa. Pouco se sabe sobre a infância e início da adolescência de Almeida, mas afirma-se que teria recebido uma excelente educação visando a sua entrada no sacerdócio. Não se sabe o que teria levado Almeida a sair de Portugal mas talvez isso se devesse à forte influência exercida pela Inquisição em Portugal. Viajou para a Holanda e, aos 14 anos, embarcou para a Ásia, passando pela Batavia (actual Jacarta), na ilha de Java, Indonésia. Naquela época, a Batávia era o centro administrativo da Companhia Holandesa das Índias Orientais, no sudeste da Ásia.
[editar] Conversão ao protestantismo
Ao velejar entre Batávia e Malaca, na
Malásia, Almeida, aos 14 anos de idade, leu um folheto protestante, em espanhol, intitulado "Diferencias de la Cristandad" (Diferenças da Cristandade). Este panfleto atacava algumas das doutrinas e conceitos católicos, incluindo a utilização de línguas incompreensíveis para o povo comum, tal como o latim, durante os ofícios religiosos. Isto provocou um grande impacto em Almeida sendo que, ao chegar a Malaca, converteu-se à Igreja Reformista Holandesa, em 1642, e dedicou-se imediatamente à tradução de trechos dos Evangelhos, do castelhano para o português[1].
[editar] Tradutor da Bíblia
Dois anos mais tarde, João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do
Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução as versões: Latina (de Beza), Francesa (Genebra, 1588) e Italiana (Diodati, 1641) - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade. Apesar da sua juventude, enviou uma cópia do texto ao governador geral holandês, em Batávia. Crê-se que a cópia teria sido enviada para Amesterdão mas que o responsável pela publicação do texto faleceu resultando no desaparecimento do trabalho de Almeida. Em 1651, ao lhe ser solicitada uma cópia da sua tradução para a Igreja Reformada na ilha de Ceilão, (actual Sri Lanka), Almeida descobriu que o original havia desaparecido. Lançando-se de novo ao trabalho, partindo de uma cópia ou rascunhos anteriores do seu trabalho, Almeida concluiu no ano seguinte uma versão revista dos Evangelhos e do livro de Actos dos Apóstolos. Em 1654, completou todo o Novo Testamento mas, uma vez mais, nada foi feito para imprimir a tradução, sendo realizadas apenas algumas poucas cópias manuscritas.
Almeida entrou no ministério da Igreja Reformada Holandesa, primeiramente como "visitador de doentes" e, em seguida, como "pastor suplente". Em
1656, foi submetido a exame em matérias teológicas e, tendo sido aprovado, foi ordenado para o ministério pastoral e missionário. Serviu primeiro em Ceilão e depois na Índia, sendo considerado um dos primeiros missionários protestantes a visitar aquele país. Visto que servia como missionário convertido, ao serviço de um país estrangeiro, e ainda devido à exposição directa do que considerava ser doutrinas falsas da Igreja Católica, bem como à denúncia de corrupção moral entre o clero, muitos entre as comunidades de língua portuguesa passaram a considerará-lo apóstata e traidor. Esses confrontos resultaram num julgamento por um tribunal da Inquisição em Goa, Índia, em 1661, sendo sentenciado à morte por heresia. O governador geral da Holanda chamou-o de volta a Batávia, evitando assim a consumação da sentença.
Em
1676, Almeida apresentou o seu trabalho de tradução do Novo Testamento ao consistório da Igreja Reformada em Batávia, para revisão. As relações entre Almeida e os revisores da tradução ficaram tensas, especialmente devido a diferenças de opinião sobre o significado de algumas palavras e sobre o estilo do português usado. Isto resultou em grandes demoras no trabalho de revisão, sendo que quatro anos depois ainda se discutiam os capítulos iniciais do Evangelho de Lucas. Almeida decidiu assim, sem o conhecimento dos revisores, enviar uma cópia para a Holanda visando a sua publicação. Apesar da reacção negativa do consistório em Java, a versão em português do Novo Testamento foi finalmente impressa em Amesterdão, em 1681, tendo as cópias chegado à Ásia no ano seguinte. No entanto, os revisores conseguiram fazer valer a sua posição, introduzindo alterações ao trabalho de Almeida. O governo holandês concordou com a insatisfação de Almeida e mandou destruir toda a primeira impressão. Ainda assim, Almeida conseguiu salvar algumas cópias sob a condição de que, até nova impressão, os erros principais fossem corrigidos à mão.
Os revisores em Batávia reuniram-se novamente para completar a verificação do Novo Testamento e avançar para o
Velho Testamento à medida que Almeida o fosse completando. Em 1689, já com a saúde bastante abalada, Almeida deixou o trabalho missionário para se dedicar em pleno ao trabalho de tradução. Veio a morrer em 1691 enquanto traduzia o último capítulo de Ezequiel. Coube ao seu amigo Jacobus op den Akker completar a tradução em 1694.
[editar] Tradução após a morte de Almeida
A segunda edição do Novo Testamento em português, revista pouco antes da morte de Almeida, veio a ser publicada em
1693. No entanto, alguns historiadores afirmam que, uma vez mais, esta segunda edição foi desfigurada pela mão dos revisores. Perdendo-se a motivação para a continuação do trabalho de tradução da Bíblia para o português na Ásia, foi a pedido dos missionários dinamarqueses em Tranquebar, sul da Índia, que uma sociedade inglesa, a Society for Promoting Christian Knowledge, em Londres, financiou a terceira edição do Novo Testamento de Almeida, em 1711. Durante o Século XIX, a British and Foreign Bible Society e a American Bible Society distribuíram milhares de exemplares da versão de Almeida em Portugal e nas principais cidades do Brasil. Isto resultou em tornar a Tradução João Ferreira de Almeida um dos textos mais populares das Escrituras em língua portuguesa, sendo especialmente usada pelos evangélicos lusófonos.
Atualmente é editada no Brasil principalmente pela
Sociedade Bíblica do Brasil e pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
[editar] Ver também
Almeida Revista e Corrigida
Almeida Revista e Atualizada
Traduções da Bíblia em língua portuguesa
Sociedade Bíblica de Portugal
Sociedade Bíblica do Brasil
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil